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CUIDADO COM O GOLPE DO BOLETO! Você sabe como evitar?

01/10/2014, em Mundo Digital

Tecnoblog e Olhar Digital

Um malware brasileiro que circula desde agosto de 2014 na internet possui um comportamento bem peculiar: a praga modifica a linha digitável dos boletos bancários gerados em sites, fazendo com que os pagamentos sejam desviados para a conta do criminoso sem o que o usuário perceba.

Linha Defensiva, que analisou o malware, diz que “qualquer página que tiver uma linha digitável e a palavra ‘boleto’ está sujeita a ser modificada”. Assim, se você estiver infectado e fizer uma compra numa loja online com pagamento através de boleto bancário, seu dinheiro pode estar indo para um criminoso, não para a loja. E não é tão fácil detectar a modificação: apenas a linha digitável e o código de barras são alterados, enquanto o valor e a data de vencimento permanecem os mesmos.

EXEMPLO: Boleto da Caixa Econômica Federal manipulado para o código do Santander.

A praga consegue atacar até mesmo quem não faz pagamentos através de internet banking: a linha digitável continuará modificada quando o boleto for impresso para ser pago numa agência bancária ou casa lotérica. O vírus corrompe o código de barras adicionando espaços em branco – o atendente não conseguirá fazer a leitura automática e precisará digitar manualmente o número.

Mas o malware não é perfeito, claro. Como a linha digitável do boleto é enviado para um servidor, que retorna o número modificado, há um pequeno atraso no carregamento da página. E o logotipo do banco não é alterado: se você gerar um boleto com a marca do Bradesco (código 237) e notar que a linha digitável se refere ao Santander (código 033), por exemplo, conseguirá evitar o prejuízo. Entretanto, versões futuras do vírus podem corrigir os “defeitos”.

Outro indício de fraude são as ligações telefônicas que informam sobre a necessidade de trocar boletos cujos valores foram cobrados indevidamente. Durante a ligação, o próprio consumidor passa os dados do boleto original para o criminoso, que emite um documento novo com a alteração do destinatário.

Para evitar cair nesses golpes, confira sempre se o código da parte de cima da fatura é o mesmo que o da parte de baixo. Se necessária, a segunda via do boleto deve ser solicitada diretamente do site do banco emissor, com CNPJ da empresa, valor e data de vencimento no título.

Caso seja vítima de um crime semelhante, o consumidor deve contatar a empresa, comprovando os pagamentos realizados. Ainda que seja uma fraude de terceiros, a responsabilidade é da empresa porque o cliente não possui meios para identificá-la.

De acordo com a associação de consumidores PROTESTE, também há casos de envios de falsas faturas de cartão de crédito. As correspondências possuem todos os dados corretos do consumidor, com compras realizadas e sem aparente violação. Nestes episódios, verifique o código de barras da fatura e compare com os meses anteriores; o número deve ser sempre o mesmo.

Confira mais dicas que ajudam a detectar uma fraude:

  • Verifique se o símbolo do banco do cartão está correto
  • Se possível, evite utilizar o boleto impresso. Pagar as contas por débito em conta e pela internet podem deixar a transação mais segura
  • Caso ainda tenha dúvidas, leve a fatura até o banco e confirme a veracidade com o gerente, ou ligue pata a central de atendimento do cartão de crédito. 


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