Psicoterapia Somática para Pacientes Graves no Brasil
Uma reflexão sobre a mudança paradigmática nas relações de ajuda profissional
 

Susana Hertelendy

 

Trabalho apresentado no Encontro de Psicoterapia Somática - Cem Anos de Wilhelm Reich, em 5 e 6 de setembro de 1997, na Universidade Santa Úrsula - Rio de Janeiro

O século vinte é testemunha de grandes transformações em todas as áreas. À medida que se aproxima o final do milênio as descobertas no campo científico aumentam em volume. A informática e o fenômeno da globalização tiveram sua influência sobre a comunicação, que tornou-se praticamente instantânea. O resultado disso é uma sociedade mais participativa, pelo menos no que diz respeito ao conhecimento do que se passa a cada instante em qualquer partedo mundo. Esses acontecimentos são acompanhados em diversas áreas por desenvolvimentos complexos. No campo da saúde, por exemplo, observa-se o que parece ser um crescente número de doenças novas ou um retorno às antigas. As terapias, por sua vez, diversificam-se e os tratamentos englobam terapêuticas às vezes novas e outras vezes resgatadas de culturas designadas como primitivas. É nesse contexto que se passa a transformação que atinge o campo da psicologia e das psicoterapias. Especificamente nos últimos dez anos, está acontecendo uma mudança de perfil no atendimento de consultório, principalmente no de psicoterapia somática. Pacientes graves buscam apoio psicoterapêutico. Se nos meados dos anos oitenta eram muito raros os psicoterapeutas que atendiam doentes, de então para cá, este fato mudou drasticamente.

O que poderá ter causado isso? Em primeiro lugar, a aparente proliferação das doenças encobre outros fatos. Devido à precisão dos instrumentos de pesquisa e análise, e à rapidez da informação, é possível atualmente dedicar uma atenção especial às enfermidades, o que resulta em um acúmulo de conhecimentos novos. Em relação à AIDS, pode se dizer que houve efetivamente um aumento de casos. Essa síndrome surgiu há menos de duas décadas sendo que, em pouco tempo, começou a se alastrar atingindo proporções epidêmicas.

Uma outra razão para o crescente atendimento de doentes graves em psicoterapia pode ser o grande esvaziamento no que diz respeito às principais religiões ocidentais, a partir da segunda metade do século vinte talvez, entre outras coisas, devido à guerra e o afrouxar da repressão sexual. O fato é que, aqueles que se confrontam com a doença e a morte, não têm mais a quem recorrer. Os médicos, compartamentalizados em suas especializações, treinados em massa ainda na visão positivista e cartesiana das ciências clássicas, na sua maioria preocupam-se com as doenças e muito pouco com os doentes. Nesta situação de solidão e de abandono, estes últimos procuram quem os ouça, quem valorize a sua experiência, quem lhes dê algum afeto e alguma esperança e os ajude a encarar, conceber, dar sentido ao que se passa com eles. Pode se dizer até, que convivem hoje no mesmo contexto, os profissionais interessados sobretudo nos fatos científicos dos quais depende a cura das doenças, e aqueles para quem o indivíduo e sua condição são vistos como indissociáveis e que, por isso, dedicam a atenção ao que concebem como totalidade organísmica. E surge aí a novidade, se é que assim se pode referir ao que anda acontecendo. Se é verdade que há uma grande proliferação de terapias, se surgem tantas propostas alternativas, muitas das quais nem credibilidade merecem, é preciso também reconhecer a existência desde Freud e, desde sempre aliás, de abordagens diferentes. Tais abordagens, quando não são consideradas heréticas, são ignoradas ou marginalizadas. Reich, por exemplo, sofreu as consequências de ter desenvolvido teorias consideradas pouco ortodoxas e de ter participado de movimentos sociais e políticos para poder divulgar seus trabalhos contra as desigualdades sociais e a repressão sexual. Introduziu o conceito de orgone ou bioenergia e deu uma significativa contribuição para a psicossomática. A ele é devido também o conceito do DOR ou deadly orgone, a energia estagnada que está na origem das patologias. Graças à teoria reichiana, o psicoterapeuta de abordagem somática aprende a considerar o ser humano como um todo indivisível. Concebe o organismo, ou o sistema corpo/mente, sem as dissociações típicas da nossa época. Esses conceitos de conexão intraorganísmica, integração entre o humano e a natureza e participação no todo, que fazem parte de tradições milenares têm, por sua vez, atraído pessoas doentes para a psicoterapia somática. Um exemplo de como isso acontece é a Biossíntese, abordagem néo-reichiana criada pelo psicoterapeuta e pedagogo inglês David Boadella. Centrada na embriologia, a Biossíntese é um sistema coerente porém aberto a todas as transformações que ocorrem nos campos da ciência, da filosofia e da arte do século atual. A atitude de profundo respeito do seu criador para com a noção de sagrado inerente aos conceitos de espiritualidade das tradições antigas, transparece em suas teorias e na sua prática. Em sua obra sobre a Biossíntese, dedica um amplo espaço ao estudo comparativo entre os sete segmentos de Reich e o sistema oriental dos chakras. Os conceitos sobre espiritualidade das abordagens somáticas emergem da noção de grounding ou enraizamento na realidade concreta de cada ser humano. Stanley Keleman , criador do Processo Formativo e muito citado por Boadella como tendo sido fonte de inspiração para as suas teorias, desenvolveu um trabalho em que o indivíduo se confronta o tempo todo com a realidade. Essa realidade pode ser a gestação e o nascimento, a maturidade, a doença e a morte, etc. Keleman tem até um livro sobre o morrer, no qual insiste na importância de se confrontar plenamente com a experiência da morte. Tal inspiração certamente originou-se nos tibetanos, que possuem profundos conhecimentos em relação à morte descritos no Livro Tibetano dos Mortos. Em São Francisco, onde vive Keleman, está também o Centro Nyingma do Budismo Tibetano com o qual se sabe que teve ligações. Essa integração de conceitos orientais com uma linguagem e estilo ocidentais, essa busca de uma expressão do sagrado através do processo somático, cria uma síntese com algum significado para aqueles que, no contexto de terapias, procuram conforto e uma abordagem alternativa para as questões existenciais. É o caso particular dos doentes graves. Essa situação toda pode se configurar como uma mudança de paradigmas em psicologia e nas psicoterapias. O profissional dessas terapias observa com respeito as tradições e os rituais de outras culturas e começa a desenvolver uma abordagem ocidental que passa pela reformulação dessas práticas e que integra a sua própria experiência.

Não se trata de negar que esta seja também a experiência de profissionais de outras abordagens. O psicoterapeuta somático, entretanto, além de receber em sua formação uma base teórica sólida para acolher o indivíduo com alguma doença, trabalha com o corpo--o seu também é instrumento de trabalho e com o toque, elementos de fundamental importância no tratamento de pessoas que, muitas vezes, sofrem a rejeição da sociedade e até dos que lhes são próximos; concentra a atenção na economia energética do organismo do seu cliente, naquele equilíbrio que produz sensações de mudança e de bem estar; e, de quebra, oferece um espaço e uma troca para a exploração da espiritualidade, no que diz respeito às relações do indivíduo com ele mesmo, com seu corpo, com sua realidade e com tudo que o cerca, a exemplo de como o fizeram culturas como as dos índios norte-americanos. Elizabeth Kübler-Ross , a psiquiatra suiça radicada nos Estados Unidos passou a vida trabalhando com a doença e a terminalidade. Em seu centro no estado da Virginia, encorajava seus pacientes através de trabalhos corporais , a expressarem as suas mais profundas e reprimidas emoções. Longos anos de experiência lhe permitiram desenvolver uma formulação dos estágios do morrer , cinco etapas preparatórias para pacientes que se aproximam da morte. São elas: 1) Negação; 2) Ira; 3) Negociação; 4) Depressão, e 5) Aceitação.

Além da transformação que ocorre em relação aos diversos campos da área de saúde que estão tendendo a se juntar formando novas disciplinas integradas, como a psiconeuroimunologia, as tradições antigas--hindus, tibetanas, certas tribos indígenas--interpenetram-se à medida que se aproxima o final do milênio. O ser humano descobre em si uma nostalgia de épocas em que a natureza, e a própria Terra, eram consideradas sagradas. O século XX é testemunha de como esses conceitos estão chegando a várias áreas de conhecimento e estão abalando as mais firmes certezas. Simultaneamente ao processo de aceleramento da comunicação, surge o fenômeno da globalização. O mundo se torna pequeno. Sabemos a cada instante o que acontece do outro lado do planeta. Por essa razão, bem como provavelmente por outras, aproximam-se as diversas maneiras de se encarar a vida e aquilo que diz respeito ao ser humano. Ressurge a medicina sistêmica e as psicoterapias ficam mais abrangentes, tanto em relação às concepções teóricas, quanto às práticas exercidas.

Dos anos sessenta para cá foram criados programas que proporcionam uma ampla gama de ensinamentos e abordagens terapêuticas para pessoas doentes. Assim, há mais de vinte anos, surgiu nos Estados Unidos o programa de apoio para pacientes de câncer criado pelo oncologista americano Carl Simonton . Esse trabalho integra terapias corporais, visualizações, ensinamentos e exercícios de relaxamento. Também a Dra. Kübler-Ross, mencionada acima, passou a vida acompanhando pacientes terminais, treinando profissionais a cuidarem de doentes graves e escrevendo livros sobre a morte e o morrer. Sem filiação religiosa e, frequentemente, acompanhada por assistentes que introduziam conceitos tibetanos à terapia, Kübler-Ross aliou ao seu trabalho somático um amplo suporte espiritual. O Budismo Tibetano, aliás, é uma tradição milenar cujos ensinamentos não entram em conflito com o conhecimento científico.

Assim, por todas essas razões, nos países do primeiro mundo, é crescente o número de pessoas que buscam esses tipos de terapia. No Brasil da década de noventa, essa situação é a mesma. O Centro Oncológico de Recuperação e Apoio, CORA, com sede em São Paulo, trabalha há onze anos com a abordagem de Simonton. Além desse centro, há também o REVIDA estabelecido mais recentemente e também em São Paulo, por Edmundo Barbosa, psicoterapeuta somático que, nos anos oitenta, prestou serviços voluntários no Cancer Research Institute de Simonton na Califórnia. No Rio de Janeiro há diversos grupos que, entre outras atividades, dedicam-se também a cuidar de pacientes graves. O QUIRON, Centro de Estudos e Práticas Transomáticas, tem um pequeno número de psicoterapeutas que atendem doentes graves. A realidade, entretanto, é que poucas formações adequadas existem para lidar com essa clientela. E mesmo quando há um preparo teórico direcionado à psicossomática e ao conhecimento das biopatias, é importante compreender que cada caso é um caso e é preciso uma sensibilidade muito particular nesse tipo de troca terapêutica. Porque é uma troca, é um privilégio e é também um aprendizado especial ser chamado ou aceito para participar de uma relação e de um processo que precisa ser reinterpretado e estudado a fundo à luz de concepções oriundas de sistemas interdisciplinares e de tradições antigas.

Há quase dois anos comecei a organizar um grupo de reflexão voltado à criação de projetos psicoterapêuticos adequados ao nosso contexto de terceiro mundo ao final do milênio. Entre esses projetos está a criação, projetada para a segunda metade de 1998, de um programa de atendimento para grupos de pacientes de câncer e seus familiares. Esse grupo é independente do QUIRON, do qual sou fundadora e com quem temos muitos objetivos em comum. Um dos membros do meu grupo é também membro do QUIRON.

Seguem alguns dos objetivos desse grupo de reflexão: compartilhar entre nós a experiência clínica adquirida no atendimento de pessoas com doença física grave e criar, conseqüentemente, novos critérios e perspectivas para esse atendimento; repensar nossos conhecimentos; pesquisar, meditar e escrever sobre essa experiência, sobre os recursos a que temos acesso, bem como as carências do nosso contexto; e, finalmente, montar um programa que, com a participação de estagiários em treinamento, atenda em grupo pacientes de câncer e suas famílias. Por serem muito semelhantes os nossos objetivos e a nossa visão de mundo, acho oportuno mencionar algumas das atividades do Grupo Quiron, essa célula mãe, nascida em 1990 por criação de sete profissionais - seis terapeutas e uma teóloga - , todos com linhas de trabalho terapêutico e/ou social, que se fundem em uma visão reichiana:

==> Atendimento em Psicoterapia Individual e em Grupo para Pessoas com Doenças Físicas Graves - desde 1990.

==> Ciclo de Palestras "Energia e Cura" - dentre outras, a mesa redonda A Morte e o Morrer - coordenada por Susana Hertelendy (coordenadora do QUIRON), Vânia Didier (Coordenadora do QUIRON), Helion Póvoa Filho (médico orto-molecular) e Remo Rotella Junior (psiquiatra) - junho de 1990.

==> Revista "Energia e Cura" - dentre outros, os artigos A Morte como Processo Iniciático, de Vânia Didier e Momento Planetário de Transformações e o Grupo QUIRON,- de Susana Hertelendy - outubro de 1990.

==> Mesa Redonda Mitos de Cura e Transformação - coordenada por Marly Chagas (Coordenadora do QUIRON), Lays Rocha (mãe de Santo) e Janine Milward (astróloga) - março de 1991.

==> Video-Debate Vivenciando o Morrer,apresentando os vídeos "AIDS: Life and Love" e Kübler-Ross: her ideas and beliefs - coordenado por Humbertho Oliveira (coordenador do QUIRON) e Susana Hertelendy - junho de 1991.

==> Grupo de Suporte Psicoterápico para Pessoas Soro-Positivas para o Virus da AIDS - coordenado por Humbertho Oliveira e Susana Hertelendy - 2o.semestre de 1991.

==> Setor de Atendimento Psicoterápico e Assessoria a Instituições para Pacientes com Doenças Físicas Graves - supervisionado por Humbertho Oliveira e Susana Hertelendy - a partir de 1992.

==> Grupo de Estudos e Pesquisa sobre a Prática Clínica com Pacientes Portadores de Doenças Físicas Graves - coordenado por Humbertho Oliveira, Maurício Tatar (médico homeopata-acupunturista), Susana Hertelendy e Vânia Didier - a partir de 1992.

==> Encontro Reflexivo Vivências Pessoais do Terapeuta que Acompanha Pacientes Terminais - coordenado por Ann Bowman (diretora do Transformational Energetics and Arts, Inc., New York, E.U.A) - julho de 1993.

==> Setor de Psicologia e Musicoterapia na Associação de Apoio a Crianças com Neoplasia - coordenado por Marly Chagas - a partir de 1995.

==> Treinamento Introdutório à Prática do Acompanhamento a Pessoas com Doenças Físicas Graves - coordenado por Susana Hertelendy e Vânia Didier - durante o ano de 1995.

==> IIo. Ciclo "Energia e Cura": A Doença como Caminho de Cura - novas perspectivas de assistência terapêutica às pessoas que passam pelo processo de adoecimento e da morte - coordenado por Humberto Oliveira, Marly Chagas, Maurício Tatar, Susana Hertelendy e Vânia Didier - outubro de 1995.

==> Trabalhos apresentados no IIo. Congresso Brasileiro de Psico-oncologia, Salvador, Bahia: - Experiência Psicossocial numa Instituição de Apoio à Criança com Câncer e sua Família (autores: Marly Chagas, Humbertho Oliveira, Ângela Machado (psicóloga e fonoaudióloga), Elizabeth Faria (psicóloga e psicoterapeuta), Rita Lesiet (psicóloga e psicoterapeuta) e Jacila Silva (musicoterapeuta); - A Doença como Caminho de Cura (autores: Humbertho Oliveira, Maurício Tatar, Susana Hertelendy e Vânia Didier) - abril de 1996.

==> Trabalho apresentado no Terceiro Congresso Mundial de Psico-Oncologia, Nova York, E.U.A: Cancer Support and Psychotherapy - Painel sobre o QUIRON e suas Atividades na Área da Psico-Oncologia (autores: Humbertho Oliveira, Marly Chagas, Maurício Tatar, Susana Hertelendy e Vânia Didier) - outubro 1996. Finalmente, consideramos essencial dedicar um espaço a uma profunda reflexão sobre a linguagem. Existe uma necessidade urgente de se recuperar os múltiplos sentidos anteriores das palavras. Conforme descrevo em meu artigo A Doença como Significado, os conceitos tornaram-se ambíguos e necessitam de um esforço de ressignificação. Um trabalho arqueológico em relação ao sentido de certas palavras como saúde e doença, vida e morte, ajuda, tratamento e cura, acrescentaria à exploração das atitudes em relação à vida de certos povos considerados primitivos. Dessa forma, estaria assegurada a recuperação de uma medida de contato com a realidade e a responsabilidade, fatores nem sempre tão presentes para uma geração que cresce ouvindo falar de globalização e realidade virtual, e que, por ter acesso à informação instantânea, busca também em tudo soluções instantâneas. Nesse contexto de conscientização sobre conceitos e seus múltiplos significados, é interessante também examinar o estudo de Susan Sontag sobre as metáforas ligadas à tuberculose, ao câncer e, mais recentemente, à sindrome da AIDS. Para Sontag, as doenças, devido às metáforas que suscitam, têm sido historicamente fonte de preconceitos. Mas a doença, insiste a autora americana, não é metáfora e a maneira mais honesta de encarar essa condição humana e, também, a mais saudável de ficar doente, é aquela que é depurada de pensamentos metafóricos. É com esse espírito de solidariedade e, através de um empenho conjunto, nascido do senso de compaixão e de responsabilidade, que nos propomos a entrar no século vinte e um.

Referências Bibliográficas:
BOADELLA, D. Lifestreams, Routledge & Kegan Paul Ltd., Lisboa, 1988 ELIZABETH KÜBLER-ROSS FOUNDATION - SHANTI NILAYA - U. K. Newsletter No. 33, London, 1987 ENERGIA E CURA - QUIRON Centro de Estudos e Práticas Transomática - Revista de Cultura Vozes, Ano 84 - Volume 84 (LXXXIV) - Setembro/outubro de 1990 - n HERTELENDY, S. - A doença como significado (Claro ou Oculto) - As contingências da linguagem na passagem para o terceiro milênio - Apresentado em um trabalho sobre câncer do Centro Quiron, 1995 KELEMAN, S. Somatic Reality, Center Press, Ca., 1979 KELEMAN, S. Living your dying, Random House, N.Y. 1974 KÜBLER-ROSS, E. Death - The Final Stage of Growth. Simon and Schuster, Inc., 1986 KÜBLER-ROSS, E. M.D. AIDS: The Ultimate Challenge, Macmillan Co., N.Y., 1987 SIMONTON, C. and CREIGHTON, J. - Getting Well Again, Bantam Books, 1978 SONTAG, S. Illness as Metaphor - Aids and its metaphors, Penguin Books, 1991 BOADELLA, D. Lifestreams, Routledge & Kegan Paul Ltd., London, 1987. KELEMAN, S. Somatic Reality, Center Press, Ca., 1979. KELEMAN, S. Living your dying, Center Press, Ca., 1974. Embora ao longo desse texto seja empregado apenas o masculino, tanto no caso de profissionais como no de clientes, a autora ressalta que, sendo a linguagem um veículo de fundamental importância no aprendizado das noções culturais, é preciso pontuar que em caso algum a referência exclui o gênero feminino. KÚBLER-ROSS, E. Death - The Final Stage of Growth, Simon and Schuster, N.Y., 1975. SIMONTON, C. M.D. and CREIGHTON, J. Getting Well Again, Bantam Books, 1978. ELIZABETH KÜBLER-ROSS FOUNDATION - SHANTI NILAYA - U.K. Newsletter No. 33, London, 1992. ENERGIA E CURA, Quiron Centro de Estudos e Práticas Transomáticas, Revista de Cultura Vozes, Ano 84 - Vol. 84 (LXXXIV) - Setembro/Outubro de 1990 - No. 5. HERTELENDY, S. A Doença como Significado (Claro ou Oculto), Artigo apresentado num debate sobre o câncer no Centro Quiron, 1994. SONTAG, S. Illness as Metaphor - Aids and its Metaphors, Penguin Books, 1991. KÜBLER-ROSS, E. AIDS:The Ultimate Challenge, Macmillan Co., N.Y., 1987.s

Resumo do currículo da autora:
Psicóloga formada pela Columbia University, New York, EUA em 1975; Revalidação pela UFRJ, Rio de Janeiro, 1980; Psicoterapeuta Somática; Guest Trainer internacional do grupo Transformational Energetics, New York, EUA; Fundadora e Membro do Quiron-Centro de Estudos e Práticas Transomáticas, RJ.

 
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